quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Quando fui ver, era amor


Aprendi a apreciá-lo não pela cor da pele ou dos olhos, não por seu sorriso completamente alinhado e encantador. Amei-o mesmo antes de saber sua idade e seu nome, sua cidade natal e de que família faz parte. Amei e amo pela doçura de suas palavras, pelo seu jeito surpreendente de me fazer sentir bem quando na realidade o mundo desaba sobre mim. Porque quando ele pronuncia um "eu te amo" ou um "meu amor" meu mundo inteiro pára, nada ao redor se move ou respira. Só existimos nós dois e o amor, sempre tão nosso. Aprendi a admirá-lo por sua proteção e preocupação com os demais, pela forma bondosa e calma com a qual se apresenta ao mundo, pela força que possui e por tudo que já teve que passar pra chegar onde chegou. Me orgulha ainda mais saber que apesar da força que tem e do mundo pregar o contrário, ele é homem e humano o suficiente pra chorar quando algo o machuca, ou quando a vida, cheia de caminhos opostos, lhe tira algo de suma importância. Ele é raro. Tão digno do meu amor que o tem por completo. Ele que faz meu coração acelerar, que tem o dom de transformar todo o meu dia com uma só palavra, ele que tem, as qualidades mais lindas do mundo e o meu coração, inteiramente nas mãos. (Karoline Rodrigues)

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