terça-feira, 4 de outubro de 2011

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De todas as formas, sem medir ato ou consequência ela ia atrás daquilo em que acreditava. Aquele amor. Tão errante e tão descabido, mas que cabia ligeiramente nos versos escritos e nas músicas ouvidas. Ninguém, além dela, acreditava, mas, de fato, que importavam os outros quando sua fé tão inabalável gritava juras de eterno carinho e cuidado? Simples, não importavam. Permanecia então confiando naquilo que sentia e que era, fielmente, recíproco. Lutava, incansavelmente, contra tudo que os assombrava e, formava em torno deles a coisa mais próxima de um escudo existente. O que eles tinham era algo puro e embora simples tinha seu toque de magia. Era amor. Eles sabiam, embora tantas vezes tivessem se largado. Estavam apaixonados, condicionados, eternamente ligados. (Karoline Rodrigues)

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