quarta-feira, 30 de março de 2011

O amor é doce, amargo, cego e consegue ver ao longe, encanta, e algumas vezes, dói, dói como ferida que tantas vezes parece não sarar, mas sempre sara e quando a gente menos espera, lá estamos, rezando para nos apaixonarmos de novo, pra sentir o mesmo gosto doce do começo, amargo das brigas e até para sofrer a dolorosa decisão do fim. O amor é dúvida, certeza, é pergunta e é resposta, de fato não é simples, mas também não é complexo, é sinônimo e é antônimo, é mais, bem mais do que qualquer palavra. (Karoline Rodrigues)

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